sábado, 11 de maio de 2013

Platonicamente





"Não pude deixar de notar
Seus belos olhos claros, quase que incandescentes
Se escondendo levemente entre a franja de seus cabelos
E sobre a fumaça de um cigarro qualquer
Eu blasfemo contra o destino ruma ao inconciente
Aglomerando sentimentos incalculáveis
Por uma simples e modesta foto
Imagem essa que meus olhos se encantam e minha mente se fascina
Como uma ilusão melancólica, me deito novamente sobre o efeito da ilusão
E penso novamente no que o imaginável me permite ter..."


Mario Kazama

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