quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Mente, presa!



Enjaulado em um sentimento, inseguro por uma apresentação, submundo por opção.
Personalidades forjadas dos furtos aos inimigos dançarinos do silêncio. Trilha sonora de ensaios, poesias inexperientes escritas por escravos e escravistas; Escravos dos próprios pensamentos escravistas, ditadores e insensíveis.
O brilho lacrimejado dentro dos olhos que vêem as grades. Paladar acelerado, realidade atuada. Críticas e autocríticas no oxigênio genial.
Deserto povoado, dunas de tristezas paralelas, uma opção de vida ditada.
O destino escrito por escolhas e escolas de auto-insuficiência, que traçam com giz o desastre da prisão que antecede a liberdade e a ilusão da solidão. Solidão é traição da própria concepção amorosa e contraditória...


Lucas, Pure

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