Enjaulado em um sentimento, inseguro por uma apresentação, submundo por opção.
Personalidades forjadas dos furtos aos inimigos dançarinos do silêncio. Trilha sonora de ensaios, poesias inexperientes escritas por escravos e escravistas; Escravos dos próprios pensamentos escravistas, ditadores e insensíveis.
O brilho lacrimejado dentro dos olhos que vêem as grades. Paladar acelerado, realidade atuada. Críticas e autocríticas no oxigênio genial.
Deserto povoado, dunas de tristezas paralelas, uma opção de vida ditada.
O destino escrito por escolhas e escolas de auto-insuficiência, que traçam com giz o desastre da prisão que antecede a liberdade e a ilusão da solidão. Solidão é traição da própria concepção amorosa e contraditória...
Lucas, Pure

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